quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

~ VISTA-SE DE SI~
(cotar, contar, cortar... Costurar!!!)
~
Se o cinza te visita
Em todos os endereços,
E a tristeza se senta
No lugar do peito,
Não recue.

Há ruas que curam
Pelo simples ato
De caminhar...

Vista-se de si,
Do que ainda brilha!
Mesmo cansado,
Abotoe a coragem,
Alinhe o olhar,
Deixe que o mundo
Te veja passar!

Há passos que são prece,
Gestos que inventam alegria,
Corpos que dançam
Antes mesmo de acreditar.

Elegância, às vezes,
É só não se esconder.

Quando você anda
Como quem confia,
A cidade abre espaço.
As luzes reconhecem
Seu nome; e o peso do dia
Aprende a ficar atrás.

Em frente... Enfrente!

Luxo é presença,
É escolha,
E a melhor
Rota de Fuga.

Caminhe.
Erga o queixo.
Coloque o Existir
De volta ao eixo
E faça do Viver um
Espetáculo Espalhafatoso,
E escandaloso mesmo
No modo silencioso.

Mesmo triste, ande bonito.
Mesmo ferido, ande inteiro.
Na frente do espelho,
Teremos sempre
5min de
VIDA ETERNA...
~

Quando a tristeza chega sem aviso e você não sabe muito bem para onde ir, a música sussurra uma saída simples e quase insolente: vá para onde a beleza se senta. Vista-se com cuidado, não apenas de roupas, mas de presença. Há um gesto silencioso de resistência em escolher elegância quando o mundo pesa.

Olhe para as ruas da cidade e perceba que há vida pulsando ali — gente que caminha com passos firmes, ternos bem cortados, vestidos que acompanham o corpo como se soubessem exatamente quem o habita. Não é sobre riqueza literal, mas sobre a decisão íntima de não se apagar. É sobre desfilar a própria dignidade mesmo quando o coração está cansado, sobretudo de ‘se explicar’.

Saia de saia. De dia ou à noite, circule entre todas as formas de Luzes e olhares, ocupe espaços onde o charme não pede permissão. Onde cada passo é quase uma dança e cada gesto afirma: eu estou aqui, eu existo, eu mereço ser visto. Há algo de teatral nisso, sim — mas também profundamente humano. Às vezes, é preciso encenar a alegria para que ela volte a nos reconhecer.

No fundo, quando você se move como quem confia, o mundo começa a responder. A tristeza não desaparece de imediato, mas perde o centro do palco. E ali, entre passos seguros e brilho nos olhos, você lembra que há força em se apresentar ao mundo com graça — mesmo em dias cinzas.

Vestir-se de si vai muito além do figurino. Vestir o melhor que se tem é sobre lembrar quem se é, colocar-se de pé e caminhar como quem sabe que, apesar de tudo, ainda há beleza possível.

Vá no fluxo do luxo, e cresça com corpo, nome e chão.

~

Devo muito do que aprendi sobre mim, sobre a minha imagem e meu estilo às minhas borbolindas, primas-irmãs, consultoras de estilo das mais competentes, Débora Lafetá e Marina, da Dicionário de Estilo Não percam essa oportunidade MÁGICA de se reencontrar. Elas têm o mapa pra sua melhor versão, que se perdeu por aí. Clica no link em azul e viaje em si com as melhores guias.