segunda-feira, 28 de maio de 2012
M.Ã.E

Minha Alma Externa
Meu Amor Eterno
Minha Amiga Especial
Maior Atleta Excepcional
Meu Alter Ego
Moderna Arte Exótica
Mulata Albina Ébana
Mega Alti Extra
Mirabolante Astuta Esperta
Maria Ana Eva
Mimo Atenção Experiência
Milagre Aliança Esperança
Música Arte Educação
Manta Agasalho Edredom
Marshmellow Amendoim Espaguete
Mercúrio (cromo) Água (boricada) Elixir (paregórico)
Madrid Amsterdam Estocolmo
Madre Ammee Emä
Mestra Aluna Excêntrica
Monja Alteza Excelência
É bem simples assim:
MÃE, você é tudo pra mim!!!
terça-feira, 22 de maio de 2012
Hoje só precisava
Das tuas mentiras
Pois já não me bastam
Tua aceitação e respeito
Que não são nada
Sem tua real compreensão...
Hoje não precisava
De mais pedras e farpas
De tua visão deturpada
Que cria qu´eu
Apenas te usava...
Hoje precisava que
Medisses o tamanho
Real da minha Solidão
E que disfarçasses
Tua indiferença
Que me defendesses
Não somente quanto
Lhe sobrasse um tempo...
Agora, só quero
Me livrar do que
Já senti por ti
Esquecer os lugares
Por onde pisamos
Os risos quando
Fazíamos planos
E do último empurrão
Que me deste
Quando eu já estava
À beira do precipício...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
AFAGOS ÁSPEROS
Seu carinho me traz
A certeza do meu fracasso
Ainda que momentâneo
Ainda que maleável
Seu amor é a prova
Da minha incompetência
Mais ainda da impotência
Perante inevitável ausência
Seu consolo é meu conforto
Mas é também a minha maior dor
É a mostra do que já foi seguro
Um porto que hoje é escuro
Berço do meu agressor
Mas seu afago ainda é
Mais macio que áspero
É o remédio mais próspero
Pra curar tamanho estrago...
segunda-feira, 30 de abril de 2012
HORA DE FECHAR
Escancarei todas as portas,
Janelas, frestas, basculantes
Me joguei no mundo
E voltei pra casa
Rápido o bastante...
Tranquei todas as portas,
cerrei janelas, frestas, basculantes
Joguei as chaves fora
Sem cópias para a voz,
Para a vez,
Para os amantes...
Hora de fechar:
Tempo de hibernar
Em cômodos sufocantes
Tempo para conhecer
Lugares imaginários
Em ritmo alucinante
Um novo começo
À base de calmante...
Hora de fechar:
Tempo de voltar
Para onde nunca se veio
Tempo de pintar o quarto feio
Um novo começo
Para um novo fim
Brilhante...
sábado, 14 de abril de 2012
ISOLAMENTO ACÚSTICO
Sem palavras
Sem sons de palavras
Sem imagens de sons de palavras
Sem sombras de imagens de sons de palavras
Sem queixas
Sem deixas das queixas
Sem madeixas que deixas em queixas
Sem gueixas, nem madeixas, nem deixas, nem queixas
Sem nome
Sem codinome do nome
Sem sobrenome do codinome do nome
Sem telefone do sobrenome do codinome do nome
Sem carência
Sem a potência da carência
Sem a influência da potência da carência
Sem a conveniência da influência da potência da carência
Sem assunto
Sem o conjunto do assunto
Sem o adjunto do conjunto do assunto
Sem o defunto do adjunto do conjunto do assunto
Sem demência
Sem tendência à demência
Sem a gerência da tendência à demência
Sem a persistência da gerência da tendência à demência
Sem mais
Sem meio mais
Sem nada mais que meio mais
Sem uma gota de nada mais
Que nem um pingo de meio mais
Sem sons de palavras
Sem imagens de sons de palavras
Sem sombras de imagens de sons de palavras
Sem queixas
Sem deixas das queixas
Sem madeixas que deixas em queixas
Sem gueixas, nem madeixas, nem deixas, nem queixas
Sem nome
Sem codinome do nome
Sem sobrenome do codinome do nome
Sem telefone do sobrenome do codinome do nome
Sem carência
Sem a potência da carência
Sem a influência da potência da carência
Sem a conveniência da influência da potência da carência
Sem assunto
Sem o conjunto do assunto
Sem o adjunto do conjunto do assunto
Sem o defunto do adjunto do conjunto do assunto
Sem demência
Sem tendência à demência
Sem a gerência da tendência à demência
Sem a persistência da gerência da tendência à demência
Sem mais
Sem meio mais
Sem nada mais que meio mais
Sem uma gota de nada mais
Que nem um pingo de meio mais
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Sinto penas
Perco penas
Torço as pontas
Estagno, pois, num repouso
Forçado no chão...
Atrofio
Pedras me acertam
Mancho por fora
Por dentro
Mudo de cor
E de tom...
Mas nunca sou voo rasante
A farejar um solo vão!
Meu voo, ainda que solo,
É sempre alto, na imensidão!
Sou guiada pelo vento
Até descansar em nuvens
Me confesso às estrelas
Me aconselho com a Lua
E não reflito nada
Além do brilho do sol...
Faço-me sempre assim:
Minha mais genuína essência
E é meu movimento puro e simples
O que rege a minha existência...
sexta-feira, 30 de março de 2012
... Porque é de GENTE que a gente precisa!!!
Sempre que alguém sai da minha vida, sou forçada a fazer um balanço. E o primeiro, claro, é sempre o da Alma: o peito treme, as pernas cambaleiam; é um sacolejo que faz tudo girar... Quando uma pessoa chega, nos desperta curiosidades, medos, esperanças, ciúmes; e, sobretudo, nos exige uma adaptação. Não somos mais sós completamente. A gente tem de dividir de tudo um pouco, e tem de saber aceitar o que vem em troca, principalmente as doses que frustram nossas expectativas. Mas seja como for, nada é para sempre, pois um dia todos partem... Será mesmo??? ... Há uns dias, duas partidas já me fizeram pensar o contrário; e hoje, uma outra só me trouxe a comprovação: há quem consiga partir sem dar um passo sequer, enquanto há quem jamais sairá de um lugar – ainda que já esteja fisicamente bem longe – pois Convivência não é nada sem Amor, e Competência não é nada sem Paixão. Para quem ama e se entrega àquilo que faz, não há obstáculos nem quaisquer fronteiras. Não é possível ignorar. Não há como resultar de forma ruim... Hoje, mais uma vez, a Distância – braço direito do Cão – se meteu entre mim e uma “gente” que me completava; que em tão pouco tempo se fez mais presente que tantos há tanto pensam que são. É ruim, machuca a gente, a gente não merece. Mas essa bicha é tão ruim que leva consigo a imagem, o cheiro, os sons dos risos; mas não consegue levar a essência, o que há de melhor... Ações do coração deixam marcas indeléveis, tem um cheiro que não se dissipa, produz sons que não param de ecoar... Vão-se as “semeadoras”, mas ficam as raízes. E é nos tantos pedaços de tronco que vou me agarrar e chorar até a saudade passar...
sábado, 24 de março de 2012
A PAZ NÃO TEM PREÇO
O significado da Paz, acho que todos conhecem. O que a maioria não sabe ao certo é como chegar até ela... Vim aqui para provar que EU sei!!! A paz na minha vida tem o mesmo significado, só que atende pelo nome de Amizade, e eu a alcanço a qualquer instante, e em qualquer lugar, porque carrego comigo pra onde eu for, no que quer que eu faça... Sou o que se pode chamar de garota propaganda do mais famoso jargão "eu sou DA PAZ"!!!
Há 15 dias que venho num ritmo estressante de trabalho, um acúmulo de problemas, de todos os gêneros e tamanhos; coisas que estavam deixando marcas negativas profundas em mim... Mas quem é uma CANDOCA não passa muito tempo nessa condição, não! Mas não mesmo! As minhas meninas me arrastaram para 2 eventos memoráveis num espaço de 48h. Isso sem contar no "PUB" da semana passada, e sem falar na caminhada ecológica de hoje.
Fato é que pelo menos agora o meu organizmo anda me dando algumas tréguas, de vez em quando, e preciso aproveitar. Lamentavelmente, ontem eu fiquei de cama, não deu para curtir os aniversários para os quais já havia me programado (da linda Carol e do super Kauã), onde eu mataria também a saudade dos meus irmãos e outros queridos amigos; mas ainda consegui ir pro da Gabi; e pro chá de bebê da Rosiane, que aguarda seu pequeno Douglas para o mês que vem. Em ambos, foi momento de curtir os bebês: o maior canal aberto de PAZ que pode haver na vida. Eu os aninhei, "amamentei", ninei, e até "desenhei" (sim, a carinha de Douglas na barriga da mãe é em boa parte obra minha). Não há mesmo energia que não se renove assim...
Ser e sentir-se acolhida e amada, do jeito que você é! Está aí a receita da minha PAZ. E ela tem sabor pizza, sabor maçã-goiaba, até sabor "Mico´s", que tá valendo, kkk.
Obrigada, amigas, por aliviarem meu peso essa semana, e por saber que estarão aí por mais inúmeras outras. Amo muito vocês!
Boa semana para todos, em especial pra mim.
D>
Há 15 dias que venho num ritmo estressante de trabalho, um acúmulo de problemas, de todos os gêneros e tamanhos; coisas que estavam deixando marcas negativas profundas em mim... Mas quem é uma CANDOCA não passa muito tempo nessa condição, não! Mas não mesmo! As minhas meninas me arrastaram para 2 eventos memoráveis num espaço de 48h. Isso sem contar no "PUB" da semana passada, e sem falar na caminhada ecológica de hoje.
Fato é que pelo menos agora o meu organizmo anda me dando algumas tréguas, de vez em quando, e preciso aproveitar. Lamentavelmente, ontem eu fiquei de cama, não deu para curtir os aniversários para os quais já havia me programado (da linda Carol e do super Kauã), onde eu mataria também a saudade dos meus irmãos e outros queridos amigos; mas ainda consegui ir pro da Gabi; e pro chá de bebê da Rosiane, que aguarda seu pequeno Douglas para o mês que vem. Em ambos, foi momento de curtir os bebês: o maior canal aberto de PAZ que pode haver na vida. Eu os aninhei, "amamentei", ninei, e até "desenhei" (sim, a carinha de Douglas na barriga da mãe é em boa parte obra minha). Não há mesmo energia que não se renove assim...
Ser e sentir-se acolhida e amada, do jeito que você é! Está aí a receita da minha PAZ. E ela tem sabor pizza, sabor maçã-goiaba, até sabor "Mico´s", que tá valendo, kkk.
Obrigada, amigas, por aliviarem meu peso essa semana, e por saber que estarão aí por mais inúmeras outras. Amo muito vocês!
Boa semana para todos, em especial pra mim.
D>
domingo, 4 de março de 2012
Peter, querido...
Talvez você não entenda agora, ou talvez até entenda, e, por isso, sinta dor; mas não se desespere porque isso passa, e no fim vai ser bom! ... Bem, como pode ver, eu parti! Você bem que tentou me manter aí, sem amarras, só na base do convencimento de que a nossa liberdade podia ser eternamente pacífica além de pacificamente eterna; de que nossa felicidade era uma pura questão de opção. Você sabia que algemar-me ao pé da cama tiraria aquilo que de mais belo você via em mim, além de nosso maior objetivo: o voo livre. Você sabia que eu tinha de voar, mas temia que eu fosse para longe. E se eu voasse rumo ao desconhecido e me perdesse? E se, assim, eu me ferisse gravemente, eu chorasse, eu sofresse? Você precisava me proteger... Por isso você me vendou! Às cegas, eu voaria só ao sabor do vento, sem perspectivas de um mundo totalmente diferente de tudo isso aí. Você sabia que às cegas eu bateria num muro aqui, noutro ali, ganharia alguns arranhões, derramaria algumas lágrimas, mas nada além do que eu não pudesse suportar. E além do mais, você estaria sempre aí para me dar colo, curar as feridas e secar meu pranto... Mas o que a gente não sabia, Peter, é que a cada choque contra um obstáculo, a venda iria se afrouxar. E aos poucos, a luz iria entrar. E de algumas barreiras eu já ia conseguindo me desviar, esbarrando apenas nas menos ou quase nada visíveis... Aos poucos, eu ia trocando uma dor por outra. Os galos na cabeça já não doíam tanto ou mais que a luz forte nos olhos, despreparados e desprotegidos. Quando a venda caiu inteiramente, ao invés de ganhar a visão completa, ganhei a cegueira absoluta. De início, nem força e coragem para voar eu tinha. Não confiava nem mais no vento, meu amigo-guia, que de tantos obstáculos me livrou. Mas quando os olhos já podiam se abrir, e o mundo se fez claro, achei que tudo era simples assim. Se havia tanta luz é porque não havia barreiras ao redor. Eu podia voar segura, com força total, autonomia e autoridade. E foi o que fiz: voei, voei muito, sem nem perceber o quanto; até que a claridade plena se dissipou e me mostrou tantos caminhos diferentes, inúmeras direções que eu não sabia qual escolher, e precisei de alguém para me orientar. O vento podia seguir para qualquer lugar ali, mas só poderia me levar junto para um deles, e não poderia me resgatar se eu não gostasse de lá. Precisava de alguém que me dissesse para onde era seguro ir... Foi quando vi que estava só! Não havia mais você, nem nenhum dos nossos irmãos... Eu tive de escolher sozinha, e sabia que sofreria sozinha também o resultado dessa escolha. Foi então que decidi voltar, e descobri ser essa a única escolha que não me cabia, afinal, estaria voando contra o vento. E foi enquanto insistia nisso que entendi que não saía do lugar. Que a Terra do Nunca não me pertencia mais. Não teria forças para vencer a natureza. Eu sucumbiria ao cansaço. Eu morreria em vão... Entendi que só me restava viver no novo mundo, que, justamente por ser novo, tanto me amedrontava. Pedi ao vento então para trazer você pra cá onde agora estou, pois está tão difícil viver sem você. Está tão duro lidar com as dores da insegurança, do medo, da solidão. Mas o vento me ensinou que ele não pode trazer consigo quem ainda não está pronto para isso... Pronto como??? Para isso o quê??? Nunca me senti tão perdida, tão carente, e com tanta gana de morrer tentando voltar atrás... Até que novos irmãos foram surgindo, e novos ventos iam me ensinando novas formas de voar, e os caminhos já feitos me cederam atalhos para eu sentir que construía meu próprio caminho, onde eu saberia voar como ninguém. E foi voando que pedi ao vento para te entregar essa carta, para que soubesse que me machuquei, que doeu muito, sofri, chorei, e cheguei até a me arrepender. Mas porque não me permitiram voltar, construí hoje meu caminho, e fico feliz em saber que um dia você terá alguém para te guiar no seu longe, coisa que eu não tive. Não posso voar por você, nem dizer para onde irá, mas posso fazer de seu caminho algo menos penoso, menos perigoso; pois posso, sim, te dar carinho e coragem até te encher de vontade de vir brincar aqui! ... Não tenha mais medo, pode vir! A hora é essa! Quando o vento fizer a curva, pegue carona com ele! ... Mas se não quiser, tudo bem. Não posso mudar isso, não vou insistir. Só me restará então dizer a ti “Adeus, Peter... EU CRESCI!”.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Le CIRQUE DU "SONGEIL"
(O CIRCO DO "SOLNHO")
... E eles desafiam as leis da Física, pois ser humano não voa... E eles desafiam as leis da Biologia, pois ser humano não tem ossos pneumáticos; portanto, não são tão leves, muito menos em queda livre... Era um sonho antigo, que finalmente realizei: ver o Cirque du Soleil ao vivo; e sem nem precisar sair da minha terra natal. Em Novembro passado, quando garanti o ingresso, já comemorei, e fiquei na expectativa. Expectativa, essa, que ficou muito aquém diante do que me fora apresentado. Saí de lá incapaz de descrever o que vi, o que senti quando vi, e o que mudou em mim depois do que vi e senti... Corpos esculturais, exaltando o quão perfeitos são Criador e criação... Me apaixonei por todos! Me casaria com qualquer um ali, só para seguir nesse sonho. Não, nem precisaria aprender a dar piruetas; me contentaria em apenas ver todas as apresentações. É um espetáculo que ninguém se cansa de ver. É um espetáculo que ninguém pode morrer sem ver... Valeu cada centavo. Pagaria mil vezes mais... A companhia da minha amiga Déia Arcas coloriu ainda mais a magia. Estou hipnotizada até agora. E daqui pra frente, meu sonho será levar meus pais e minha irmã. VAREKAI, baseado no conto de Ícaro, conseguiu me levar para as nuvens, mas minhas asas não se queimaram, e nem vão se queimar jamais!!!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
NIRVANAS ADICIONAIS
*:*
*:*











*
Obrigada, meu DEUS, por tudo...
Por ter-me dado não somente a Vida,
Mas por ter-me cercado nelaDa melhor família que pode haver
- Em toda esquina de cada avenida -
A me livrar do mal,
Com ou sem Carnaval!
Obrigada, meu DEUS, por tudo...
Por ter-nos dado tantos talentos,
Tantas alegrias, amor, saúde, gentileza
E até "boniteza" em boa dose,
Sem muita neurose;
Com quase nenhuma fraqueza!
Obrigada, meu DEUS, por tudo...
Porque sopraste em cada garganta
Com a força de todos os cantos,
Puseste riso em cada boca
Na magia de um encanto,
Lançaste brilho em cada olho
Com a clareza dos finos prantos,
E sobre os mantos da Tua proteção,
Seguimos sem susto, sem espanto!
Obrigada, meu DEUS, por tudo...
Mas sobretudo pelo perdão
Quando não reconhecemos a Ti,
Quando insistimos em mentir,
Quando somos ingratos perante a abundância,
Quando pecamos por qualquer ignorância,
Pois, no fundo, cada um de nós aqui sabe
Que sem Ti não somos nada
Nem uma mera substância!
Obrigada, meu DEUS, por tudo...
Por livrar-nos, sempre, do pior cenário,
Por não sermos vítimas do escárnio,
Por jamais nos deixar cair no abismo.
Livrai-nos, sempre, das armadilhas
Da depressão, da opressão, da humilhação
Que estejamos em vigília
E em constante união!
Obrigada, meu DEUS, Pai, por tudo,
Mas principalmente pelos meus Pais...
E que todas aquelas promessas
Que meu coração quer crer e quis ouvir
Sejam encomendas expressas
Remessa que chega depressa
E que quando vem,
Não sabe mais ir!
*Giuli e Vivi cantando LADY GAGA - Telephone
*Mamãe e eu cantando nossa música "Gente Miúda"
*Vivi e Eu cantando Vanessa da Mata = Boa Sorte
*Mamãe e eu cantando nossa música "Gente Miúda"*Vivi e Eu cantando Vanessa da Mata = Boa Sorte
*Giuli e Vivi cantando Lady Gaga - BORN THIS WAY
*Mamãe cantando La Vie en Rose
*Giuli e João Vitor cantando Adele = Someone like you
*Fazendo trilha num 4x4
*Mamãe cantando La Vie en Rose
*Giuli e João Vitor cantando Adele = Someone like you
*Fazendo trilha num 4x4
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
SÓ PORQUE EU... BEM, E EU SEI LÁ!!!








Sábado, 4/fev, foi a festa de 3 anos da Lelê. Um festão pra ninguém botar defeito! Curti até dizer chega! Aliás, tive a honra de arrumar a princesa para seu grande evento. Ela estava linda e dava gosto de ver o quanto curtiu cada detalhe. Sobrou pra mim, também, ter de escorregar no borrachão inflável, mas, quer saber, eu adorei... O Domingo foi de curtir fossa pelo último dia de férias... E na 2a foi dia de rever velhos elementos, e conhecer novos também; e despedir das colegas que vão partir muito em breve para outras unidades. Acho que tudo isso derrubou minha imunidade, pois ontem e hoje mal saí da cama. Virose brava. Mas eu sei que esse começo de ano promete. Bons projetos, bons fluidos. Aos poucos, vou narrando tudo aqui, como de costume. Um bom começo de ano-útil para todos nós.
D>
D>
domingo, 29 de janeiro de 2012
UM FELIZ REGRESSO À ROTINA
Meu retorno à capital tem sido até mais intenso que as férias, e começou assim:
*
Ana Carolina, de surpresa, bateu à minha porta e me convidou para uma festa na casa do meu vizinho, colega de trabalho dela. Delícia ela aparecer, superdelícia querer minha presença em seu "metiê", e muito delícia também foi o hamburguer feito pelo Gustavo, o anfitrião do evento.
*
No dia seguinte, visita também surpresa das minhas Candocas amadas, Dani e Sam, trazendo a dupla de mascotes, Bernardo e Maria Carolina. Um deitou e rolou sobre a minha cama, bateu altos papos-cabeça com o Niffs, riu pra se acabar da titia "pêtandu" e "môdendu" ele de cima abaixo. A outra tirou um cochilo profundo sobre o meu travesseiro da Nasa, se sentiu mesmo nas nuvens. Resultado: a ótima energia só pôde me trazer bons e revigorantes sonhos. Deitaram, rolaram, sorriram, mamaram, e quando foram embora, eu só conseguia sentir o aroma da PAZ (e o poder dessa Bênção) que eles deixaram de lembrança... Ainda neste dia, fui conhecer uma hamburgueria com a Ana Carolina, com meu irmão, Lucas; minha tchongas favorita, Aline; e sua amiga, Rosana. Rolaram piadas, causos de família, as melhores comidas, e, de quebra, vejam bem: um NETBOOK. Sim, a Tchongas me deu seu netbook segundos após eu comentar que precisava de um pra me facilitar a vida no trabalho. O dela estava sem uso, e ficou de herança em vida pra mim. Demorou pra cair a ficha, aliás, acho que ainda não caiu...
*
O dia seguinte foi o dia de buscá-lo após a sessão de cinema. Vimos Tintin. Por isso, o nome do presentão ficou este: Tintin. Antes ainda tivemos tempo pra uma sessão de bestagem e riso frouxo... Foi dia também de começar mais uma amizade (melhor dizendo, duas), que tenho certeza que não será só de passagem, porque é uma amizade doce e poética, simplesmente. AMANDA e eu compartilhamos a paixão pela POESIA. Ela é um laço forte, e, por ela, vamos sempre em frente. Muitas coisas ainda por recitar. Foi muita bateção de perna, compras, planos para o futuro... E se pensam que parou por aí, estão enganados...
*
Almoço de Domingo foi também de reencontro com a linda família Dil, Vânia, Nina e Dreba Cebollitos; que contou com a participação superespecial d´A MÔ, um "A MÔ" de criatura, especial, de quem sou fã. Momento não registrado, lamentavelmente, pois, como diz minha irmã, "parece que não aconteceu". Mas tomem fôlego, porque ainda vem mais história...
*
Segunda foi dia de passar horas tão prazerosas e especiais ao lado da minha irmã Elisa, e do "nosso" filhão, Xande. Há mais de um mês não nos víamos, a saudade já não tinha mais graça nenhuma. Levei Tintin pra seu primeiro passeio e acesso público à internet, acompanhado de tapioca, suco de laranja, café gelado, pão de queijo, frapê... Nos comunicamos de lá com a antiga mãe dele, agora madrinha. E se já não bastasse tudo que está me acontecendo, e Elisa e Xande já estarem simplesmente na minha vida, esses dois ainda resolveram me dar presente, que nem eles souberam definir se era de aniversário atrasado, se adiantado, se de natal atrasado, enfim. Só sei que ganhei um jogo de toalhas da MMartan, e aproveitei o ensejo pra comprar a capa de edredom que vinha paquerando desde João Pessoa. Me permiti mais um presente, seguindo um belo exemplo (:)). Niffs que está com o bumbum voltado pra lua como nunca esteve. Se sentindo um sutão no harém de luxo.
*
É, se ainda há alguém por aqui que acha que a vida é pouco bela e pouco emocionante por ser puramente simples, sugiro que reveja seus conceitos...
*
Até a próxima! Vocês sabem onde me encontrar...
D>
*
Ana Carolina, de surpresa, bateu à minha porta e me convidou para uma festa na casa do meu vizinho, colega de trabalho dela. Delícia ela aparecer, superdelícia querer minha presença em seu "metiê", e muito delícia também foi o hamburguer feito pelo Gustavo, o anfitrião do evento.
*
No dia seguinte, visita também surpresa das minhas Candocas amadas, Dani e Sam, trazendo a dupla de mascotes, Bernardo e Maria Carolina. Um deitou e rolou sobre a minha cama, bateu altos papos-cabeça com o Niffs, riu pra se acabar da titia "pêtandu" e "môdendu" ele de cima abaixo. A outra tirou um cochilo profundo sobre o meu travesseiro da Nasa, se sentiu mesmo nas nuvens. Resultado: a ótima energia só pôde me trazer bons e revigorantes sonhos. Deitaram, rolaram, sorriram, mamaram, e quando foram embora, eu só conseguia sentir o aroma da PAZ (e o poder dessa Bênção) que eles deixaram de lembrança... Ainda neste dia, fui conhecer uma hamburgueria com a Ana Carolina, com meu irmão, Lucas; minha tchongas favorita, Aline; e sua amiga, Rosana. Rolaram piadas, causos de família, as melhores comidas, e, de quebra, vejam bem: um NETBOOK. Sim, a Tchongas me deu seu netbook segundos após eu comentar que precisava de um pra me facilitar a vida no trabalho. O dela estava sem uso, e ficou de herança em vida pra mim. Demorou pra cair a ficha, aliás, acho que ainda não caiu...
*
O dia seguinte foi o dia de buscá-lo após a sessão de cinema. Vimos Tintin. Por isso, o nome do presentão ficou este: Tintin. Antes ainda tivemos tempo pra uma sessão de bestagem e riso frouxo... Foi dia também de começar mais uma amizade (melhor dizendo, duas), que tenho certeza que não será só de passagem, porque é uma amizade doce e poética, simplesmente. AMANDA e eu compartilhamos a paixão pela POESIA. Ela é um laço forte, e, por ela, vamos sempre em frente. Muitas coisas ainda por recitar. Foi muita bateção de perna, compras, planos para o futuro... E se pensam que parou por aí, estão enganados...
*
Almoço de Domingo foi também de reencontro com a linda família Dil, Vânia, Nina e Dreba Cebollitos; que contou com a participação superespecial d´A MÔ, um "A MÔ" de criatura, especial, de quem sou fã. Momento não registrado, lamentavelmente, pois, como diz minha irmã, "parece que não aconteceu". Mas tomem fôlego, porque ainda vem mais história...
*
Segunda foi dia de passar horas tão prazerosas e especiais ao lado da minha irmã Elisa, e do "nosso" filhão, Xande. Há mais de um mês não nos víamos, a saudade já não tinha mais graça nenhuma. Levei Tintin pra seu primeiro passeio e acesso público à internet, acompanhado de tapioca, suco de laranja, café gelado, pão de queijo, frapê... Nos comunicamos de lá com a antiga mãe dele, agora madrinha. E se já não bastasse tudo que está me acontecendo, e Elisa e Xande já estarem simplesmente na minha vida, esses dois ainda resolveram me dar presente, que nem eles souberam definir se era de aniversário atrasado, se adiantado, se de natal atrasado, enfim. Só sei que ganhei um jogo de toalhas da MMartan, e aproveitei o ensejo pra comprar a capa de edredom que vinha paquerando desde João Pessoa. Me permiti mais um presente, seguindo um belo exemplo (:)). Niffs que está com o bumbum voltado pra lua como nunca esteve. Se sentindo um sutão no harém de luxo.
*
É, se ainda há alguém por aqui que acha que a vida é pouco bela e pouco emocionante por ser puramente simples, sugiro que reveja seus conceitos...
*
Até a próxima! Vocês sabem onde me encontrar...
D>
Assinar:
Postagens (Atom)








































