quinta-feira, 24 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
(Diário de uma Independente, parte VII - a primeira grande festa!)
Era uma casa muito engraçada
Só tinha as portas, as paredes, o teto e mais nada
Ninguém podia dormir e comer lá, não
Porque na casa não tinha geladeira, fogão, nem colchão
Não podia oferecer um jantar
Pois não havia mesa, cadeira, sequer um sofá
Ninguém podia fazer pipi
Porque o vaso estava totalmente solto
E o Danni ainda não havia posto
A tampa ali...
Até que um dia vieram Martita e Ghi
E mobiliaram metade daquilo ali
E então chegou Elisa e me deu onde dormir
E Deião com a geladeira, minha maior salvação
A Val com o Microondas, e eu me dei o fogão
E agora, a cada dia, chega um baita presentão
(ferro, cafeteira, mesa de cabeceira, panela de pressão...)
Era uma casa muito engraçada
Pois já era minha, mas não tinha a minha cara
E foi sendo feita com muito esmero
Em Águas Claras, no marco zero
Pelos melhores amigos do mundo
“trouxemos um pedaço hoje, o resto vem num segundo”
E a mim só cabia dizer “sem pressa, eu espero!!!”
É uma casa muito abençoada
Que já tem de tudo,
Não falta nada!!!
Está sendo feita com muito esmero
Em Águas Claras, no marco zero...
***
Sim, me sinto como uma mãe de primeira viagem. Minha filhinha acaba de completar um mês, e recebe a exclusiva visita da vovó Vig para inaugurar sua função hospedeira (além da gastronomia de luxo)... E essa foi a melhor maneira que encontrei de seguir agradecendo a vocês por tudo sem correr o risco de parecer um “disco quebrado do Roupa Nova”.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
_-_-_-_-_-_-_-_
Finalmente criei coragem e disposição para montar minha cama! E isso calhou com o mais recente presente: uma mesa para laptop, dada (e montada) pelo meu tio Dorival. Calhou porque a mesa precisa que seus pés fiquem embaixo da cama. Agora, meu cantinho de dormir e estudar está mais parecendo um luxuoso quarto de hotel. Me sinto a Rainha da Genóvia. Perigo é eu ficar mal acostumada. Não vejo a hora da Minúscula chegar para curtir esse conforto todo.
CANDOCa.Fé
Falando em "hotel", armei um café da manhã coletivo com as Candocas. Desculpa para nos reencontrarmos e colocarmos o papo em dia. E, logicamente, aproveitarmos pra curtir o Canto de Narcisa. Cada uma trouxe uma coisa e o café ficou digno de um BlueTree (até melhor!). Teve direito a pão de queijo, pão com ovos mexidos, presunto e queijo, iogurte, bolo, enroladinho de salsicha, entre outras coisas. Aliás, Mercês ainda de quebra me deu de presente duas frigideiras. Dani trouxe seu "bruguelo" a tira-útero (pois a tira-colo só daqui uns meses) emanando aquela energia perfeita de renovação. E Verônica, além do Nestea de Pêssego, trouxe o melhor do momento: uma oração poderosa! Por isso o nome "CandoCa.Fé". Pois tem Candocas, tem café, e tem fé. Querem mais?! A coisa foi tão bacana que daqui por diante não pode ser diferente: de 15 em 15 dias repetiremos a dose. No máximo uma vez por mês. Momentos assim a gente tem a obrigação de levar adiante... Que paz!
Até o próximo capítulo.
D>
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A segunda semana de independência foi fechada com chave-de-ouro. Reencontros, revelações, imensos favores, grandes presentes, e tudo de mais intenso a que tenho direito.
*
Mais uma vez, descrever é difícil.
"Só sei que tudo sinto, e só eu sei o quão profundo sinto..."
*
Beijos, e até a próxima!
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

(Diário de uma Independente - parte IV)
A primeira semana de casa nova: vida nova foi marcada pela espera que não teve fim. Comprei uma mesa e passei por um calvário com a loja, e precisei apelar para o PROCON para ter o dinheiro – que paguei à vista – de volta. Consegui. E a saga em busca de uma canto pra comer continua...
D.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
*
Sempre me soube
Plena de Amor
E somente me desconfiava
Amada...
*
Ah, Tolice!
Sua venda ardilosa
Invejosa e sem-graça
Que nos faz injustos
Que me fez ingrata!
*
Sempre me soube
Tão plena de Amor...
E jamais desconfiei
Que nunca o provi
Apenas provei...
*
Dizem por aí que tenho o dom das palavras. Mas do mesmo jeito que há coisas que o dinheiro não paga, há momentos que as palavras não descrevem. Coincidentemente ou não, os dois se atraem e se misturam. Eu preparava um post especial para falar dos primeiros chás e OpenHouse, e ainda dos primeiros micos caseiros; mas a semana que vivi me fez pairar num silêncio profundo. Um Nirvana. Cada um de vocês que aqui passa sabe a dimensão do bem que me fez/faz e o tamanho do meu agradecimento. Mas quando os olhos vazam e a garganta trava, os dedos acompanham. Que as fotos falem o bastante por hora enquanto eu ganho um tempo para aterrissar.
TE AMO! E também sinto tanto o seu Amor!
Duda
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O terceiro desafio, porém, eu superei fácil fácil: montar o armário que comprei. Foi mole e muito divertido.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Depois de quase tão velha quanto Cristo (beirando os 33), colhi numa safra só todos os frutos que plantei. Melhor dizendo, os primeiros. Pela primeira vez, receberei um salário de 4 dígitos - com a certeza que jamais será abaixo disso -, com tempo livre pra estudar e ter vida social; e com isso conquisto, finalmente, minha tão sonhada e suada independência financeira. Aluguei uma kitnet e, também pela primeira vez, vou morar só, pagando todas as contas e ainda dando conta de mobilhar a casa.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Saudade de tanto Amor
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Quando os opostos se atraem...
(momento "mãe Dudáh")
É tão bom quando o interesse político coincide com o interesse público. Tudo tem um preço. Uma vitória vai sempre significar a derrota de um outro, que nem sempre está do outro lado, exatamente. Os fins sempre teimam em justificar os meios... É, parecia que eu estava adivinhando. Uma previsão, uma profecia, sei lá... Em 2005, quando morava no Rio, após ver no Fantástico (no antigo quadro de Regina Casé) uma reportagem com crianças do Morro do Vidigal nomeando, uma a uma, as armas de destruição ostentadas pelos traficantes à luz do dia, fiz um poema que tempos depois, acidentalmente, se transformou n'uma música de Carlos Madia premiada por Zé Rodrix no Festival de Sorocaba de Música Brasileira. Hoje, não é só música, mas um hino do momento. Algo que hoje está fazendo ainda mais sentido... Aqueles que já conhecem, vale rever. Os que não conhecem, aí vai uma obra da qual sempre tive orgulho. Que cada carioca possa ouví-la como a voz da esperança que muitos acreditavam jamais ser possível se concretizar.
Abraços, Duda
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
*
Bjs,
D.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A Corte da decisão suprema nada decidiu. Ainda. O candidato ao governo do DF, Joaquim Domingos Roriz, bem como muitos outros pelo país na corda-bamba da Lei da Ficha Limpa não terão suas candidaturas impugnadas. O maior risco que correm é não serem diplomados. Bem, isso os demais, pois a Raposa do Cerrado é muito esperta. Achei que nada mais me surpreenderia, mas, confesso: caí do cavalo, pois de besta este aí não tem nada. Raposa, cavalo, besta... Política é mesmo uma coisa animal! Vamos aos fatos: se concorresse e vencesse, Roriz poderia não ser diplomado, e o GDF seria assumido pelo vice-colocado. Aí ele seria definitivamente carta fora do baralho. Mas, porém, contudo, todavia, se passasse o bastão para alguém de sua confiança, teria um papel fundamental no governo de forma intocável. Nada o poderia atingir, legalmente falando. Foi uma tacada de mestre. Ele foi à TV "choramingar", se dizendo "impugnado", assumindo que fora "derrotado", causando em seu curral eleitoral um sentimento de revolta, pena, uma catarse digna de novela das 8. Com o público sensibilizado, e a campanha seguindo em frente na reta final, transferir os votos para sua mulher será mais fácil que roubar chupeta de bebê. Votar nela é o mesmo que votar nele. Uma senhora cuja vida pública não vai além de 14 anos como primeira-dama, obviamente precisará de 100% de assessoria; e ganhará um brigadeiro aquele que adivinhar quem será esse principal assessor. Aliás, isso nem é mais segredo. Hoje, em entrevista coletiva, a nova candidata já afirmou que o marido muito a aconselhará. "Aconselhará"! Novo eufemismo para "só assinarei papéis e mais papéis, pois quem mandará vai ser a raposa". Óbvio! Para ele, saiu melhor que a encomenda. Há quem não se preocupe, pois as pesquisas indicam Agnelo Queiroz, do PT, como vencedor. Sinto muito jogar um balde de granizo na esperança alheia, mas essas pesquisas acontecem exclusivamente em território do DF, enquanto sabemos que o curral da raposa - gigante, numeroso, o que sempre o elegeu - fica mesmo no entorno. Entorno é Goiás. Lá os institutos não chegam. Diante dessa jogada, o cheque-mate é só uma questão de dias. Infelizmente. Pois o eleitor, verdadeiro criador da Lei tão discutida, poderia colocá-la em vigor de imediato, independente do que polemizam e divergem os magistrados. Mas uma parte não tem educação para discernir. E a outra, que tem, prefere se beneficiar... Que Deus nos ajude nestes próximos 4 anos de invasão de terras públicas, desvios de verba, obras superfaturadas e inacabadas, ocupação desordenada e destruição de áreas de proteção ambiental, dinheiro na meia, na cueca e no... Bem, melhor parar por aqui! Dona Raposa não merece mais uma linha sequer do meu tempo. Pois já me basta saber por quanto tempo a terei me rodeando sem que nada possa fazer para espantá-la.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
No fim de semana passado estive em um shopping aqui em Brasília, chamado Pier 21. E entendi exatamente porque o apelidaram de Pier-SUB21. Só galera cheirando a leite, e que tenta disfarçar este odor com excesso de gel-hortelã para cabelos (chega dá tonteira ao passar ao lado). E eis que vejo um (melhor dizendo, um milhão) ser vestido, penteado e se comportando exatamente como o novo fenômeno da música pop-adolescente. E uma moça do meu lado fala ao namorado "Olha só um Just-A-Biba ali"... Não resisti e caí na risada. Sabe, nada contra os homossexuais, somente contra aqueles que pensam que ser assim é questão de marketing pessoal, que está na moda. Há pessoas que nasceram pra viver sob os holofotes. Mudam completamente de uma semana para outra só para seguir um modismo. É a velha máxima do "falem mal, mas falem de mim!".






















































